As belas também são feras

3/3/2016

Parte da equipe de profissionais da PwC em Ribeirão Preto

As profissionais da PwC são inteligentes, especializadas e batem um bolão sobre o agronegócio. A empresa investe para reter esses talentos

A PricewaterhouseCoopers (PwC) é uma rede de firmas presente em 157 países com mais de 208 mil profissionais que se dedicam a prestar serviços de alta qualidade em auditoria, consultoria tributária e de negócios. As firmas da rede PwC recrutam anualmente, em todo o mundo, cerca de 20 mil jovens graduados da geração do Milênio ou Y (nascidos entre 1980 e 1995), metade dos quais são do sexo feminino. No Brasil, a PwC tem 5.300 profissionais, 50% é mulher.

Ana Paula Malvestio, Sócia e Líder de Diversidade & Inclusão na PwC Brasil, explica que a maior participação feminina reflete a realidade das universidades, onde 60% das vagas são ocupadas por mulheres. “Elas são maioria nas graduações e nos mestrados e são mais capacitadas. As empresas precisam buscar talentos e não podem se dar ao luxo de não atrair essas mulheres”, diz Ana.

Porém, mesmo com os avanços para a equidade de gênero, ainda há muitas disparidades. “Apesar do grande número de mulheres qualificadas, apenas 4.3% dos principais executivos entre as 250 maiores empresas brasileiras são do sexo feminino”, salienta Ana. Segundo ela, essa discrepância é mais perceptível em cargos mais altos. As mulheres estão particularmente sub-representadas em posições de gerência executiva, que é o primeiro passo para promoções a níveis hierárquicos mais elevados. “Como apenas 14% desses cargos são ocupados por mulheres, não surpreende que, no ranking de importantes companhias do país, encontremos somente nove CEOs do sexo feminino”, diz a Sócia da PwC.

Pesquisa da própria PwC mostra que a presença de mulheres em cargos de liderança deve aumentar com as profissionais da geração Y no mercado de trabalho, já que elas apresentam um foco mais profissional — até 2020, as mulheres desse grupo etário serão 25% da mão de obra mundial.

Ana concorda que o contexto está mudando, mas salienta ser fundamental os setores públicos e privados desenvolverem políticas para reter esses talentos e possibilitar que ocupem posições de liderança. De acordo com o estudo da PwC, as mulheres da geração Milênio têm como característica um retorno muito rápido, ou seja, são capazes de buscar milhões de respostas em minutos. Não é uma geração que está ligada a processos que durem mais de um dia ou semanas. Para essa geração é essencial os feedbacks sobre a carreira, elas necessitam de trabalhar além do agora e pensar no futuro.

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Fonte: CanaOnline

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