Pellets de biomassa

3/15/2016

A demanda crescente por pellets de biomassa surge em um momento em que os países buscam reduzir sua dependência em relação ao carvão, usado para gerar cerca de um terço da eletricidade do mundo, segundo o World Resources Institute, em Washington.

As importações de pellets de madeira do Japão mais que dobraram no ano passado para um recorde de 232.425 toneladas, segundo o ministério das finanças do país.

O ministério do comércio exterior aprovou mais de 2.000 megawatts em novos projetos de biomassa de madeira desde a introdução, em julho de 2012, de incentivos conhecidos como contratos de oferta padrão (FIT, na sigla em inglês), que exigiriam cerca de 40 milhões de metros cúbicos de material em madeira por ano, quase o dobro da produção doméstica anual de madeira do Japão, segundo estimativas da Biomass Industrial Society Network.

A Sumitomo estima que o consumo de pellets do país poderá chegar a 10 milhões de toneladas por ano até 2030, segundo Yoshinobu Kusano, gerente-geral da empresa para biomassa.

Isso ajudará o Japão a cumprir sua meta de reduzir em 26% a emissão de gases causadores do efeito estufa até 2030 como parte de seu compromisso sob o acordo climático global fechado em Paris em dezembro.

A fábrica de pellets do estado de São Paulo iniciou recentemente a produção e começará a produzir cerca de 175 mil toneladas por ano. A produção poderá atingir 2 milhões de toneladas por ano até 2025 e a joint venture se concentrará primeiro no Japão, na Coreia do Sul e na Europa.

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