Commodities Agrícolas

4/13/2016

Suco de laranja:

 

Alívio na Flórida: O aumento da estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para a safra de laranja da Flórida, que vive há anos um sério ataque de greening em seus pomares, pressionou as cotações futuras do suco de laranja ontem na bolsa de Nova York. Os contratos do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) tiveram queda de 115 pontos, para US$ 1,3650 a libra-peso. O USDA elevou sua estimativa para a safra 2015/16 no Estado em 7%, para 76 milhões de caixas, mas cortou em 2% sua projeção para o rendimento industrial, para 1,42 galão (5,396 litros) de suco por caixa da fruta. No mercado doméstico, o preço da laranja para a indústria apurado pelo Cepea/Esalq ficou estável, em R$ 14,72 a caixa de 40,8 quilos.

 

Algodão:

 

Oferta reduzida:

 O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentou um cenário mais apertado para a oferta de algodão ontem em seu relatório mensal e abriu espaço para mais uma alta dos preços na bolsa de Nova York. Os lotes para julho subiram 67 pontos, para 60,91 centavos de dólar a libra-peso. O órgão reduziu sua estimativa para a safra dos EUA para 2,802 milhões de toneladas, abaixo até da safra 2013/14. A estimativa para os estoques de passagem nos EUA foi reduzida para além das expectativas dos analistas. O USDA também reduziu sua projeção para os estoques finais na China (13,93 milhões de toneladas). A alta do petróleo e a queda do dólar deram suporte adicional aos preços. Na Bahia, o preço médio ficou em R$ 79,36 a arroba, de acordo com a Aiba.

 

Soja:

 

Estoques menores:

 Os preços da soja avançaram ontem na bolsa de Chicago diante das projeções menores para os estoques nos Estados Unidos divulgadas pelo Departamento de Agricultura do país (USDA). Os lotes para julho subiram 8 centavos, cotados a US$ 9,4475 o bushel. A previsão para as exportações do país foi elevada para 46,40 milhões de toneladas, embora o volume ainda seja 7,5% menor que na safra passada. Para os estoques finais americanos, houve redução na projeção do USDA para 12,11 milhões de toneladas. O órgão também aumentou sua projeção para as exportações brasileiras e cortou sua estimativa para os estoques finais do Brasil. Além disso, o USDA aumentou sua previsão para as importações de soja da China. Na Bahia, o preço médio ficou em R$ 63,67 a saca, segundo a associação local, a Aiba.

 

Trigo:

 

Aquém do esperado:

 O mercado futuro do trigo registrou ganhos ontem nas bolsas americanas diante de projeções aquém do esperado do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em Chicago, os papéis para julho subiram 4,5 centavos, para US$ 4,5875 o bushel. Em Kansas, onde se negocia o trigo de melhor qualidade, o mesmo vencimento teve alta de 3,25 centavos, a US$ 4,575 o bushel. O USDA elevou sua estimativa para as exportações dos EUA nesta safra para 26,56 milhões de toneladas, mas os analistas esperavam um volume maior. Para os estoques finais no país, a projeção foi ampliada ligeiramente. Quanto ao cenário global, o órgão também aumentou as projeções para a colheita e os estoques finais. No Paraná, o preço médio caiu 0,27%, para R$ 41,11 a saca, de acordo com o Deral/Seab. (Valor Econômico 14/04/2016)

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