Estiagem prolongada compromete a ação dos herbicidas na cultura da cana-de-açúcar

9/20/2018

 

O longo período seco, certamente impactou na performance dos herbicidas, reduzindo o período residual, que confere controle por mais tempo.

A exposição sobre a palha, sem ocorrências de chuvas potencializa perdas por fotólise, ou seja, as moléculas se degradam através da incidência de raios ultra-violeta.

Considerando cenários onde as aplicações ocorreram no início de safra e associando-se a uma flora diversificada, composta por plantas daninhas de alta complexidade, os cuidados devem ser redobrados a partir do início das chuvas (setembro/outubro).

Provavelmente serão necessárias novas intervenções que antigamente eram denominadas de "repasses", não eram planejadas e quase sempre eram "curativas".

Atualmente, inseridas em um manejo racional e sustentável, surgem as intervenções sequenciais, essas sim, são planejadas e orçadas antecipadamente.

Ocorrem sempre no melhor momento, e preservando a cultura com tratamentos (produtos e doses) adequados a cada intervenção específica.

Vale ressaltar que essas intervenções são fundamentais, pois além de permitir a redução do banco de propágulos vegetativos, evitam futuras disseminações, principalmente na colheita.

Segundo Weber Valério, diretor das empresas Consult Agro e Agro Analítica, o conhecimento pleno sobre a flora local e seu respectivo nível de infestação, além do domínio sobre as características dos herbicidas disponíveis, é que nortearão as melhores tomadas de decisões.

Para Valério, máquinas, equipamentos e produtos adequados, devem estar disponíveis no melhor momento, ou os resultados poderão ser comprometidos. (Agroanalítica Consultoria Agronômica 19/09/2018)

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